Dizem por aí…

Esta é uma seção para a publicação de citações de jornalistas, políticos ou pessoas “importantes”. Por favor, fiquem à vontade para comentar, queremos saber se a opinião das pessoas acima é igual à de vocês, ou talvez não…

Destaque de hoje

Do ponto de vista revolucionário, não importam as divergências. O que importa é a honestidade com que se opina. Das contradições sairá a verdade”.

Desabafo do ex-presidente cubano, Fidel Castro, em seu artigo no portal Cubadebate, onde revelou estar frustado por não ter cursado faculdade de jornalismo.

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A revista Veja tem o mau hábito de não publicar cartas que corrijam notícias erradas. Espero que a opinião pública tenha conhecimento dos fatos e, sobretudo, que a imprensa tenha o cuidado de seguir as regras básicas do bom jornalismo”.

Não vale o falso “outro lado”, aquela técnica marota de ouvir a vítima ‘pro forma’, só para dizer que ouviu ou então para tentar obter um fragmento de frase que comprometa a pessoa. Essa prática não é jornalismo. É estelionato mesmo”.

Entre uma verdade enfadonha e uma mentira impressionante, a revista Veja prefere a segunda alternativa”.

Essas são algumas das declarações do advogado Roberto Teixeira, amigo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, citado em reportagem revista Veja (30/01/2008), que o acusou de apropriar-se de bens de um empreiteiro que foi à falência.

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“Nesse sentido, prezados leitores, com relação às matérias que são publicadas sobre este assunto [Aviação Brasileira], não acredite em tudo que esteja lendo: PREOCUPE-SE”.

Resposta da Aeronáutica, em Nota Oficial, à reportagem da revista ÉPOCA, publicada na última sexta-feira (25/01/08), em analogia ao título da matéria “O risco de desastre aéreo não diminuiui”.

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“Prudência deve ser a terceira palavra mais detestada no jornalismo, depois de censura e retratação. Mas às vezes, em situações escorregadias, vale a pena ser prudente para não dar por líquido e certo, antecipadamente, algo que tem tudo para acontecer, mas de repente não acontece. Resultado de votação, por exemplo. Jornalistas costumam cobrir decisões eleitorais, esquecendo no fundo da gaveta o ditado ‘barriga de mulher, cabeça de juiz e urna, nunca se sabe o que tem dentro’”.

Em sua coluna “Verbo Solto”, no OBSERVATÓRIO DA IMPRENSA, o jornalista Luiz Weis fala sobre o resultado do referendo na Venezuela que contrariou as pesquisas de boca-de-urna. O “não” à reforma constitucional de Chávez venceu.
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É melhor eu ser um cidadão honesto, vendendo banana, do que ser um cidadão desonesto, fazendo jornalismo. Não dá para fazer jornalismo, vamos vender banana. O que é melhor? ‘Puxa vida, mas vender banana na feira? Minha mãe me pagou quatro anos de faculdade para eu aparecer na televisão…’ Pois é. Mas ela pagou para você aparecer na televisão ou para ser honesto?”

Entrevistado por Guilherme Azevedo, o jornalista Mílton Jung descascou o verbo e disse que sentiria mais orgulho de seus filhos se, antes de serem conhecidos como doutores, fossem chamados de cidadãos.

Para ler a entrevista, na íntegra, CLIQUE AQUI.
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“Confesso que mais e mais acho a imprensa um desperdício de tempo e energia da parte das raras pessoas decentes de nossa profissão. A imoralidade dominante é avassaladora […] Há raros intelectuais [na imprensa]. O que há são escribas de aluguel, personalidade de show business e outras michurucalhas. E o cômico é como fingem para si próprios”.

Comentário de Paulo Francis citado pelo empresário Edson Alves da Fonseca, no portal COMUNIQUE-SE referente a reportagem “Biógrafo de Che Guevara critica matéria de Veiga. Editor rebate”.
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Também já fui contador de histórias. Mas esse jornalismo contador de histórias morreu por falta de espaço e função. É prazeroso relê-lo. Reativa sonhos e lembranças. Mas não tenho saudades dele, a não ser pela carga de humanização que o temperava, e que falta no jornalismo de hoje. Era um jornalismo diletante, que pouco ou nada contribuía para alterar o rumo das coisas. Tinha vínculos com a vida, os vínculos da narração, mas não produzia efeitos na atualidade. Nem de verdade a refletia”.

Blog O XIS DA QUESTÃO. Professor Chaparro, quando se auto questionou sobre “O que é ser jornalista?”.
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Barão de Itararé

“Um bom jornalista é um sujeito que esvazia totalmente a cabeça para o dono do jornal encher nababescamente a barriga”. (Barão de Itararé)

Com jeito irreverente e debochado, Aparício Torelly, o auto-proclamado Barão de Itararé, dizia esta e muitas outras frases provocatórias. Trabalhou em jornais cariocas como O Globo, Diário da Noite, A Manha (do qual foi fundador), Correio da Manhã e Jornal do Povo (que também fundou, apesar de este haver durado apenas dez dias…)

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Uma resposta

  1. “Jornalista é cordialmente detestado”, Seu Pedro ao se referir aqueles que gentilmente o cumprimentam, mas torcem para que algum fato não os aproxime.

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